SETEMBRO
FILMES
Ilha das Flores
Direção: Jorge Furtado
Duração: 12 min
Sinopse: Um tomate é plantado, colhido, transportado e vendido num supermercado, mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. ILHA DAS FLORES segue-o até seu verdadeiro final, entre animais, lixo, mulheres e crianças. E então fica clara a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos.
Saneamento Básico, o filme
Direção: Jorge Furtado
Duração: 112 min
Sinopse: Na pequena Linha Cristal, a comunidade se mobiliza para construir uma fossa no arroio e acabar com o mau cheiro. Marina, a líder do movimento, descobre que a Prefeitura este ano só tem verba para produzir um vídeo de ficção. Então ela e seu marido Joaquim resolvem filmar a história de um monstro que surge no meio das obras de saneamento. Marina escreve um roteiro, Joaquim faz uma fantasia. Silene aceita ser atriz, Fabrício tem uma câmara. Aos poucos, as filmagens vão envolvendo todos os moradores do local.
Data: 13 de setembro às 19h
Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes
AULA ABERTA
Cinema e política – Jorge Furtado

O cinema e suas conexões com a política. A influência da esfera política nas obras cinematográficas e do cinema na sociedade. Uma visão sobre as possibilidades e desafios da convergência destas duas esferas.
Jorge Furtado é diretor e roteirista dos longas “Houve uma vez dois verões”, “O homem que copiava”, “Meu tio matou um cara” e “Saneamento básico – o filme”, além de vários curtas-metragens premiados no Brasil e no exterior, como “O dia em que Dorival encarou a guarda”, “Ilha das flores” e “Esta não é a sua vida”. Para a TV Globo, dirigiu a série “Cena aberta”, a minissérie “Luna caliente” e escreveu dezenas de roteiros: “Agosto”, “Memorial de Maria Moura”, “A invenção do Brasil”, entre inúmeros outros.
Data: 13 de setembro às 20h30
Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes
FILME
Como as nuvens
Direção: Lázaro Ramos
Duração: 3 min
Sinopse: Miguel é um menino que sente as coisas. E passa toda a vida tentando aprender com a dureza da vida, como se constrói uma identidade. Criado num ambiente pobre de afeto, ele aprende a enxergar nos detalhes, o segredo das coisas. E é nas nuvens que ele se vê espelhado, com todas as dificuldades e arestas da relação pais e filhos.
Madame Satã
Direção: Karim Aïnouz
Duração: 105 min
Sinopse: Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco, artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita, prostituta e sua “esposa”; Firmina, a filha de Laurita; Tabu, seu cúmplice; Renatinho, sem amante e também traidor; e ainda Amador, dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme Madame Satã (1932), dirigido por Cecil B. DeMille, que João Francisco viu e adorou.
Data: 27 de setembro às 19h
Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes
AULA ABERTA
O ator e o audiovisual: ultrapassando fronteiras – Lázaro Ramos

O ator que ultrapassa as fronteiras da atuação e assume múltiplos papéis na produção audiovisual. O que levar da experiência cênica para o outro lado da câmera?
Lázaro Ramos é ator, diretor e apresentador. Participou de diversas produções teatrais, novelas e filmes, das quais podemos destacar a peça teatral “A máquina” de João Falcão, as novelas da TV Globo “Cobras e lagartos” e “Insensato coração” e os filmes “Madame Satã” de Karim Aïnouz, “Carandiru” de Hector Babenco e “Cidade Baixa” de Sérgio Machado. Dirige e apresenta, também, o programa “Espelho” do Canal Brasil, além de produções autorais.
Data: 27 de setembro às 20h30
Local: Cine Humberto Mauro – Palácio das Artes
MARCO DEL FIOL especializou-se em documentários realizados com o mínimo de equipe e equipamento. Atua como diretor, câmera, editor e finalizador, realizando trabalhos para a MTV Brasil, Associação Cultural Vídeobrasil, Canal Futura e Centre Pompidou. Assina a direção dos documentários Marepe, Rafael França – Obra como Testamento, e Mau Wal – Encontros Traduzidos para o Vídeo Brasil e Prince Claus Fund, além do telefilme Segundo Movimento para Piano e Costura para a TV Cultura. É professor do curso livre de cinema da Escola São Paulo. Idealizou e coordena o projeto Laboratório – Experimentações Audiovisuais.
JOÃO FLORES é diretor. Atua há mais de 10 anos no mercado publicitário. É um dos diretores do documentário Mira, realizado entre 1998 e 2000. Diretor do documentárioJoãos, realizado em 2002. Em 2006 dirigiu um dos episódios do documentárioDescaminhos. Dirigiu também videoclipes para as bandas Coletivo Universal, Shed, Dead Fish, SNJ, entre outros. Todos exibidos pela MTV Brasil e alguns indicados a prêmios e festivais com o VMB 2003 e RESFEST 2005. Como diretor da cena de comerciais de Belo Horizonte prestou serviços para as agências Lápis Raro, Casablanca, New, 18, SMPB, demais clientes. Em 2007 dirigiu um dos curtas-metragens do Projeto Redbrokilis em formato HD para o lançamento da câmera HD Red, episódio The last barbecue.
CAO GUIMARÃES é cineasta e artista plástico. Desde o fim dos anos 80, exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias, como Tate Modern, Guggenheim Museum, Museum of Modern Art NY, entre inúmeros outros. Seus filmes, entre eles “Andarilho” e “A alma do osso”, já participaram de diversos festivais, como Festival de Locarno, Festival de Cannes, Sundance Film Festival, Festival É Tudo Verdade, entre outros nacionais e internacionais.
FÁTIMA TOLEDO é preparadora de elenco desde 1981. “Pixote: A Lei do Mais Fraco”, de Hector Babenco, foi o primeiro longa-metragem que trabalhou junto a um elenco de atores e não-atores. Seu método de preparação pioneiro está presente em filmes de destaque do cinema nacional: “Central do Brasil”, “Cidade de Deus”, “Cidade Baixa”, “Céu de Suely”, “Casa de Alice”, “Mutum”, “Tropa de Elite”, “Linha de Passe”, entre outros.